- 14:41
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Eu passo por fases no que toca à maquilhagem: se há alturas em que sou incapaz de sair de casa sem base, corrector de olheiras, lápis nos olhos, rímel, blush e uma cor nos lábios, há outras em que aplicar rímel nas pestanas me parece mais que suficiente. Estas variações estão relacionadas com as estações do ano, sendo que no Verão é quando opto pela versão minimalista da maquilhagem, por achar que base e sombra de olhos não vão bem com calor e suor. No Inverno detesto aquela palidez que nos faz parecer doentes, por isso é uma óptima altura para usar (sem abusar) maquilhagem.
Vamos então imaginar que estamos numa das estações que não o Verão: acordo, lavo o rosto e os dentes (com uma pasta especial branqueamento, Swiss Dent, à venda na Perfumes & Companhia) e:
1. Ponho creme hidratante: um qualquer, não sou de todo especialista neste ponto.
2. Base líquida que seja fácil de espalhar e de uma cor ligeiramente acima do tom da minha pele
3. Aplico o corrector de olheiras. Uso-o também para disfarçar borbulhas
4. Risco nos olhos com lápis. Gosto de criar aquele efeito felino: um pouco mais grosso no canto externo e a ultrapassar ligeiramente o fim do olho
5. Rímel preto
6. Blush: se for mesmo Inverno opto por tons mais cor de rosa, quando começa a aparecer o sol prefiro os tons de pêssego
7. Batom: normalmente é só batom do cieiro Labello Classic (o melhor do mundo). Lábios hidratados é fundamental!
Et violá, estou prontinha para ir trabalhar.
Em relação aos produtos de maquilhagem compro muita coisa no supermercado das marcas L’Oréal, Maybelline, Rimmel, mas também na Body Shop (os rímeis, principalmente) ou na Sephora.
Como é uma rotina diária, não pode ser nada que demore muito tempo, nem que seja demasiado pesado. A ideia da maquilhagem é acentuar as nossas melhores características e disfarçar o que está menos bem.
Em relação aos acessórios acho que podemos ter umas peças chave que estejam sempre à mão e que possamos usar muitas vezes: brincos de pérola (tenho uns da H&M que uso e abuso e dão sempre um bom ar), colar com corrente comprida e um medalhão engraçado, anel com algum brilho, pulseira também com algum brilho. Acho que já deu para perceber que gosto de coisas que brilhem :).
Em relação a pulseiras gosto que tenham uma certa largura, principalmente se estivermos de manga curta. No que toca a cores, actualmente gosto muito de dourados, principalmente em colares e relógios. Nos anéis, acho que no Verão podemos escolher peças com mais cores, como aqueles que vos mostrei aqui.
Através dos colares podemos marcar uma posição. Os colares dizem qualquer coisa, contam uma história (no filme que falei há uns posts atrás, a Hillary Duff usava uns colares muito engraçados).
Procurem peças originais.
Hoje em dia, felizmente, temos tantas lojas onde procurar: desde a mais que conhecida Parfois, que podemos encontrar em todos os centros comerciais e onde se vendem colares e anéis muito engraçados e bem baratinhos, como a Pedra Dura que tem peças lindíssimas, originais e também a muito bons preços, passando ainda pela Casa Batalha, onde se vendem peças cheias de brilho que adoro (aqui se acharem os preços caros, podem sempre esperar pelos saldos fantásticos). Além destas existem ainda muitas lojas de roupa que vendem também colares e outras bugigangas, mas aí já aconselho alguma prudência porque também se encontra muita pirosada.
Em relação aos acessórios para trabalhar, se querem marcar uma posição, façam-no só através duma peça. Muita coisa vistosa ao mesmo tempo também conta uma história, mas não aquela que imaginámos. Ninguém quer parecer uma árvore de Natal. Por outro lado, acho os acessórios fundamentais para completar o visual de qualquer mulher.
Conclusão: maquilhagem e acessórios no local de trabalho não devem ser exagerados. Se quiserem marcar uma posição façam-no através só de um elemento: na maquilhagem ou apostem na sombra, ou então na cor do baton; nos acessórios, ou usem um colar vistoso ou uns brincos, ambos ao mesmo tempo é que não.
- 11:35
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Tenho visto umas malas tão giras na Zara! Aliás, o meu problema é que gosto de quase todas as que são em pele. As que imitam pele até podem ter modelos engraçados, mas têm um cheiro horrível.
Vejam só este modelo tão fofo para eu levar com apresentações quando tenho reuniões com clientes:
€39,95
Ou então este, que tem alças mais compridas e assim posso usá-la no ombro. Além de ter mais espaço e servir para eu levar o meu computador lindo:
€99,95
Ups, actualmente não tenho a desculpa de estar a trabalhar... e não vou ter nos meses mais próximos!
Bom, resta-me ainda falar deste último modelo, que é lindo quer seja para trabalhar quer seja para andar a passear.
Estou indecisa quanto à cor:
€79,95
A Zara é uma maravilha!
Xoxo
- 14:01
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Por duas vezes entrei na Primark no Dolce Vita Tejo e saí logo a seguir.
Assim que via aquele amontoado de t-shirts a serem remexidas por dezenas de braços, ficava logo com vontade de fugir... e era isso mesmo que fazia.
Obviamente que nunca tinha chegado longe o suficiente para perceber como é que era possível haver coisas engraçadas (sim já tinha visto vestidos muito engraçados em revistas) naquela loja. Na minha opinião, a entrada da loja está péssima. Talvez seja para fazer logo ali um rastreio e incentivar metade das pessoas a dar meia volta e sair por onde entrou...
Na semana passada enchi-me de coragem e decidi mergulhar até mais fundo. Entrei, virei à direita e, depois de passar por muita gente que via as bugigangas à entrada, outras que viam vestidos e calças de algodão para levar para a praia, lá cheguei a uma zona que tinha a colecção Atmosphere. Esta marca estava já a receber as peças para a nova temporada. Vi uns vestidos bons para levar para o trabalho e umas saias plissadas (mas com um plissado fininho) num tecido muito leve, super giras. As saias havia em dois tamanhos: compridas e acima do joelho. Fiquei com vontade de comprar uma preta comprida, até porque a cintura era de elástico, mas nesta fase a barriga já está grande demais para aguentar roupa que não seja de grávida ;(
Virando depois à esquerda entramos na zona dos pijamas e lingerie. Se já estava a começar a gostar do que tinha visto, esta zona deixou-me realmente surpreendida. Havia uma diversidade enorme de pijamas e camisas de dormir. Diversidade em termos de modelos e padrões e todos muito femininos. Em relação aos tecidos lembro-me de ver algodão muito suave e um tipo de cetim. Acho que depois da minha MC nascer vou lá comprar uns pijamitas de algodão.
Na parte de lingerie havia tangas, cuecas, boxers. Havia modelos engraçados, mas com um senão: a zona da cintura não tinha muita elasticidade.
Mais à esquerda temos a secção de texteis para o lar. Comprei daquelas toalhinhas quadradas para o rosto. Era um conjunto de quatro num turco que eles classificavam como luxuoso. Não sei como vão ficar depois de serem lavadas, mas realmente parecem ser grossas e fofinhas.
De seguida fui para a zona central. Vi três pares de sapatos muito giros. Tinham todos saltos de 12 cm: uns em nude a imitar pele, outros azuis em tecido e uns pretos a imitar camurça. Tão GIROS!!!!! Não havia o meu tamanho em nenhum deles. Aliás, praticamente só havia um ou dois pares de cada e acho que eram o tamanho 37 e o 40. Snif, snif.
Ainda vi a zona dos biquinis/fatos de banho/roupa de praia, de onde trouxe este vestido:
E pronto, lá fui eu para a Caixa pagar as minhas comprinhas. Enquanto estava na fila de espera ainda tirei um papel de embrulho. Acho que o posso usar com outro propósito mas ainda não sei bem qual.
Agora adivinhem quanto paguei por tudo o que trouxe: 3 cuecas + 4 toalhas quadradas + 1 vestido comprido + 1 fita de lã + 1 papel de embrulho?????
Quinze euros (€15). Acreditam?! Eu achava que a rapariga se tinha enganado.
Por este preço não posso esperar uma qualidade muito elevada. A Primark tem a ver com quantidade, sem dúvida! No entanto, fiquei a achar que se lá formos sozinhas e com toda a paciência do mundo, encontramos coisas giras, úteis e muito muito baratas.
O subtema deste blog é compras em tempos de crise. Sem dúvida que é em crise que estamos e estaremos por mais algum tempo. No Natal só teremos metade do subsídio a que estamos habituados e, por isso, só damos prendas a uma ou duas pessoas ou então podemos procurar uma gracinha na Primark (a fita de lã, por exemplo).
Fica a sugestão.
Xoxo
Assim que via aquele amontoado de t-shirts a serem remexidas por dezenas de braços, ficava logo com vontade de fugir... e era isso mesmo que fazia.
Obviamente que nunca tinha chegado longe o suficiente para perceber como é que era possível haver coisas engraçadas (sim já tinha visto vestidos muito engraçados em revistas) naquela loja. Na minha opinião, a entrada da loja está péssima. Talvez seja para fazer logo ali um rastreio e incentivar metade das pessoas a dar meia volta e sair por onde entrou...
Na semana passada enchi-me de coragem e decidi mergulhar até mais fundo. Entrei, virei à direita e, depois de passar por muita gente que via as bugigangas à entrada, outras que viam vestidos e calças de algodão para levar para a praia, lá cheguei a uma zona que tinha a colecção Atmosphere. Esta marca estava já a receber as peças para a nova temporada. Vi uns vestidos bons para levar para o trabalho e umas saias plissadas (mas com um plissado fininho) num tecido muito leve, super giras. As saias havia em dois tamanhos: compridas e acima do joelho. Fiquei com vontade de comprar uma preta comprida, até porque a cintura era de elástico, mas nesta fase a barriga já está grande demais para aguentar roupa que não seja de grávida ;(
Virando depois à esquerda entramos na zona dos pijamas e lingerie. Se já estava a começar a gostar do que tinha visto, esta zona deixou-me realmente surpreendida. Havia uma diversidade enorme de pijamas e camisas de dormir. Diversidade em termos de modelos e padrões e todos muito femininos. Em relação aos tecidos lembro-me de ver algodão muito suave e um tipo de cetim. Acho que depois da minha MC nascer vou lá comprar uns pijamitas de algodão.
Na parte de lingerie havia tangas, cuecas, boxers. Havia modelos engraçados, mas com um senão: a zona da cintura não tinha muita elasticidade.
Mais à esquerda temos a secção de texteis para o lar. Comprei daquelas toalhinhas quadradas para o rosto. Era um conjunto de quatro num turco que eles classificavam como luxuoso. Não sei como vão ficar depois de serem lavadas, mas realmente parecem ser grossas e fofinhas.
De seguida fui para a zona central. Vi três pares de sapatos muito giros. Tinham todos saltos de 12 cm: uns em nude a imitar pele, outros azuis em tecido e uns pretos a imitar camurça. Tão GIROS!!!!! Não havia o meu tamanho em nenhum deles. Aliás, praticamente só havia um ou dois pares de cada e acho que eram o tamanho 37 e o 40. Snif, snif.
Ainda vi a zona dos biquinis/fatos de banho/roupa de praia, de onde trouxe este vestido:
Está um bocado amachucado! Sorry.
E, como está um frio horrível nesta terra, trouxe também esta fita de lã. Em Janeiro quando fui a Londres vi imensas raparigas com estas fitas. São óptimas para tapar as orelhas. Aqui em Portugal não sei se me irá dar muito jeito, mas vou usá-la à mesma.
E pronto, lá fui eu para a Caixa pagar as minhas comprinhas. Enquanto estava na fila de espera ainda tirei um papel de embrulho. Acho que o posso usar com outro propósito mas ainda não sei bem qual.
Agora adivinhem quanto paguei por tudo o que trouxe: 3 cuecas + 4 toalhas quadradas + 1 vestido comprido + 1 fita de lã + 1 papel de embrulho?????
Quinze euros (€15). Acreditam?! Eu achava que a rapariga se tinha enganado.
Por este preço não posso esperar uma qualidade muito elevada. A Primark tem a ver com quantidade, sem dúvida! No entanto, fiquei a achar que se lá formos sozinhas e com toda a paciência do mundo, encontramos coisas giras, úteis e muito muito baratas.
O subtema deste blog é compras em tempos de crise. Sem dúvida que é em crise que estamos e estaremos por mais algum tempo. No Natal só teremos metade do subsídio a que estamos habituados e, por isso, só damos prendas a uma ou duas pessoas ou então podemos procurar uma gracinha na Primark (a fita de lã, por exemplo).
Fica a sugestão.
Xoxo
- 13:03
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Cabelo. O cabelo é só a moldura do nosso rosto. O que interessa ter uma fotografia engraçada numa moldura horrível? Todo o conjunto tem de funcionar em harmonia.
Quem me dera perceber imenso de cortes de cabelo para saber qual fica melhor de acordo com o formato do rosto, mas já existem muitos profissionais que fazem este serviço. Para mim, o mais fácil é sem dúvida apostar no cabelo mais ou menos comprido: pelos ombros ou mais abaixo, mas repito que isto é o que fica bem a mim. Em relação à minha irmã mais nova, por exemplo, adoro vê-la com cortes mais curtos, pelo queixo.
Seja qual for a cor, o comprimento ou o corte, o importante é que o cabelo esteja cuidado. Todas nós temos jeitos, remoinhos, caracóis, cabelo escorrido ou volume em excesso... Acho que a única que acorda com o cabelo perfeito é a Gisele Bundchen que assim que levanta a cabeça da almofada já tem aquele ondulado tipo sereia e não precisa de fazer mais nada. Nós, as outras mortais, temos de recorrer às milhares de ferramentas que temos hoje em dia disponíveis e que nos dão um jeitão.
Em casa tenho vários produtos para o cabelo, sendo a maioria do supermercado e de marcas bastante diversificadas. Tenho champôs para cabelo seco ou para o alisarem, amaciadores, máscaras, óleos para as pontas espigadas, óleos para darem brilho, óleos para alisar o cabelo, spray para proteger o cabelo da temperatura quente, spray para proteger o cabelo do sol, espumas, lacas... Claro que não uso tudo ao mesmo tempo, mas sim de acordo com o que acho que o meu cabelo está a precisar ou de acordo com o efeito que quero criar.
Em relação a aparelhos para moldar o cabelo, tenho uma chapa alisadora fantástica da Rowenta (Wet and Dry).
Recebi-a no Natal e farto-me de usar. Dá para usar tanto em cabelo seco como molhado. Atinge uma temperatura de 230º, por isso consegue alisar todo o meu cabelo num abrir e fechar de olhos. O cabelo fica muito macio e brilhante. Eu costumo tomar banho à noite, mas se acordo de manhã e o cabelo está todo deficiente, lá dou um jeitinho com a minha chapinha. É rápido, rápido!
Quando estou com mais paciência, uso o ferro para enrolar. Tenho um já velho da Phillips, mas é péssimo porque não aquece nada. Agora comprei um por menos de €15 da Remington no Mini Preço que não é mau, mas também não é perfeito. Em relação à temperatura atinge os 160º e por isso até é relativamente rápido, mas o ferro é muito fininho. Um ferro mais grosso cria um ondular muito mais engraçado, como tinha a Hillary Duff no filme. Tenho de procurar outro. Dão-me alguma sugestão?
Também sei colocar muito bem rolos. O problema é que demoram imenso tempo a secar e, se estiverem mesmo bem colocados, fazem uma dor de cabeça daquelas. Apesar de gostar do efeito final, não recomendo este método.
Seja qual for a opção escolhida para arranjar o cabelo, o importante é que o arranjem. Não se deixem vencer pela preguiça e sair de casa para trabalhar com o cabelo todo desgrenhado. Dá uma imagem de desmazelo e se o formos connosco, pode ser sinal que também o somos com o nosso trabalho.
Última sugestão: Se não tiverem tempo para nada, uma vez ou outra podem optar por fazer um rabo de cavalo, mas certifiquem-se que usam espuma ou laca para não ficarem com pontas soltas.
Não se esqueçam que a moldura e a fotografia devem criar um efeito harmonioso.
- 09:26
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Alguém recebe os mails diários da Lanidor?
O de ontem era sobre as pencil skirts: "Verdadeiramente elegante na sua versão mais sofisticada, a saia-lápis revela uma sensualidade perfeita nos looks femininos."
Acho que andaram a ler o meu blog :)
O de ontem era sobre as pencil skirts: "Verdadeiramente elegante na sua versão mais sofisticada, a saia-lápis revela uma sensualidade perfeita nos looks femininos."
Acho que andaram a ler o meu blog :)
- 06:56
- 1 Comments
Uma possível fonte de inspiração para looks deslumbrantes é o cinema. Infelizmente, não me acontece assim tão frequentemente ver filmes em que fique fascinada com o guarda roupa. Tirando o segundo filme do Sexo e a Cidade e o Diabo Veste Prada, não me recordo de outros casos que me tenham inspirado para a escolha diária de outfits a usar no trabalho.
No fim-de-semana passado, na SIC, deu um filme que em termos de argumento e representação não era nada de especial, mas que me prendeu do começo ao fim pela imagem da personagem principal. A actriz Hilary Duff interpretava uma jovem que vivia em New York e tinha sido contratada pela Cosmopolitan para escrever sobre o amor/homem perfeito no mundo dos negócios. Para tal, a personagem, enquanto escritora infiltrada, ia trabalhar para um Banco de Investimento. Não sei se foi por também trabalhar na área, mas adorei todos os modelitos que ela vestiu. Aqui ficam alguns exemplos:
Quem trabalha na banca muitas vezes cai na monotonia de andar sempre de fato escuro e camisa – é mais fácil, não requerendo grande trabalho de coordenação logo de manhã. No entanto, se no começo este visual nos faz sentir super profissionais, ao final de alguns meses faz-nos sentir umas sensaboronas.
Eu, tal como a personagem do filme, prefiro apostar em vestidos e saias.
O comprimento dos vestidos deve ser pelo joelho ou um bocadinho acima. Comprimento a meio da canela nunca, porque dá-nos uma ar de velhas, faz-nos parecer mais gordas e é muito demodé.
Em relação aos modelos, gosto muito daqueles que marcam o corpo, mas para quem não se sinta à vontade com um vestido justo, pode encontrar uma boa solução naqueles que marcam só uma parte do corpo – ou logo abaixo do peito tipo babydoll, ou a cintura. Para completar o look, nada melhor do que um blazer curto e cintado. A imagem de profissional de sucesso está garantida!
No que toca às saias, adoro as de cintura subida tipo pencil. Além de elegantes e femininas dão-nos um ar bastante confiante, e é isso que se quer no local de trabalho.
Por falar de confiança recordei-me de outro elemento fundamental para passar a imagem de poder: os sapatos... de salto alto, claro! Dão-nos mais 10 cm de altura, o que por si só já actua de forma positiva, ainda que subliminar, na mente da maior parte das pessoas. Não sei se sabem, mas temos uma tendência inexplicável de considerar que as pessoas mais altas são mais inteligentes. Ficamos com a figura mais alongada e qual é a mulher que não gosta de parecer mais magra, mesmo que se trate de uma ilusão óptica? E, uma vez mais, passamos a imagem de mulheres confiantes, que sabem o que querem e o que fazer para lá chegar.
Eu sei que quem tem de andar todos os dias a pé ou de transportes públicos está a pensar que eu sou parva e não sei o que digo. Nesta situação, o que eu fazia quando ia de metro para o trabalho era sair de casa calçada com uns sapatos confortáveis e levar os meus sapatões tchan-nan num saco. Chegada ao local de trabalho trocava-os. Assim até se poupa nas capas :).
Apesar do meu discurso pró-vestidos e saias, atenção que não sou contra os fatos. De todo! Acho que todas nós devemos apostar em ter, pelo menos, dois fatos no nosso roupeiro. Devem ter um bom tecido, um bom corte e ser bem estruturados. Aqui faz todo o sentido investir um pouco mais.
Para quem tem vários fatos e não quiser cair na monotonia que falei no início, sugiro que combine calças e casacos de fatos diferentes. No Verão calças beges vão lindamente com casacos azuis, por exemplo.
Para terminar, guardem este mantra (que também ouvi num filme): Devemos vestir-nos de acordo com o cargo que queremos ocupar!
Além da roupa, também os acessórios, cabelo e maquilhagem da personagem estavam sempre impecáveis, mas vou deixar estes tópicos para as próximas vezes.
- 13:45
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